Minha droga De Vida- Especial de Natal 6 (VESPERA)
DROGA DE NATAL
24 de dezembro, o ultimo dia antes
do natal, véspera. Ninguém esperava naquele inicio de dia acordar com um grito
vindo do banheiro, a maioria muito preocupada foram ver o que acontecia lá,
somente a Brenda e eu não fomos, apenas levantamos e nos preparamos pro que
viria. A “sortuda” vitima do nosso plano foi tia Lucia, mãe da Brenda, quando
ela foi ao banheiro se deparou com o Akaya dormindo dentro da banheira, “MEU
PAI DO CÉU QUE VOCÊ TÁ FAZENDO AQUI MENINO!” gritou ela que já até ia tirar a
roupa, coitada.
Expulsou-o de lá e o
pessoal perguntou por que ele tava dentro da banheira, mas nem ele sabia,
quando estávamos à mesa ele apareceu com uma cara de quem chupou limão e não
gostou.
¾
Passou a noite bem Akaya? – disse eu ironizando, dando uma pista de que tínhamos
feito aquilo.
¾
Seu traste! Ainda me paga!
¾
Pago nada, a vingança é um prato que se come só...
Mamãe preparava junto
as minhas tias a ceia de natal, para que não acontecesse como nos outros anos,
os quais fora feito de última hora. Elas mandonas como sempre, colocaram meu
pai e os outros, meus tios, para arrumarem a mesa, aliás, a sala de jantar
inteira. E nós primos, e meus irmãos estávamos entediados, não tínhamos nada de
interessante para fazer, e isso não inclui ajudar os da cozinha, ninguém tinha
uma boa ideia, o jeito era ficar por ali na sala assistindo TV, que nem estava
tão interessante.
Então enfim me veio
uma ideia, poderíamos brincar de “Adivinha quem sou!”, o pessoal gostou da
sugestão, não tinham outra escolha mesmo, era aquilo ou fazer nada. Quando
terminaram de arrumar a cozinha, vieram a sala olhar o que fazíamos, o tio Fabrício
enxerido, meteu-se na brincadeira, ele imitou a madona perfeitamente, o que nos
tirou muitas risadas e... desconfianças,
a tia Beth curiosa do que riamos veio da cozinha acompanhar a brincadeira, logo
envolveu-se também, imitou o pateta, foi tão ruim que nos fez rir, mas a Jú que
estava na vez de descobrir, não gostou nada, já que fez ela perder. Enfim,
tivemos um bom restante de tarde.
Na hora de dormir,
ainda fiz um trocadilho para o Akaya, dizendo “cuidado onde tu acordas!”, ele
não gostou muito, mas acreditem se quiserem, ele não roncou em nenhum momento daquela
noite, a Brenda e Eu dormimos feito anjinhos, que não somos.
CONTINUA...



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