Heart Attack - Episódio XII O Abate!
EPISÓDIO
XII o abate!
Noite do incidente. Caso
Elizabeth.
Violet estava incontrolável, não parava de chorar. (Lágrimas
de crocodilo).
¾
Meu bebê como puderam fazer isso com minha
bebê?
¾
Calma amiga, tudo será esclarecido. – Ruth
não saíra do seu lado para nada.
¾
Mas, porque ela? Como pude deixá-los
sozinho... – Violet havia dito às crianças que iria em uma pizzaria para trazer
a preferida de Joe.
¾
Não Vi, não se culpe, ninguém poderia
imaginar que Joe... – Ruth começara a chorar, não conseguia acreditar que Joe
estava sendo preso, uma criança por matar sua irmã mais nova. Era algo
inacreditável, mas não impossível.
¾
Ruth, você sempre se preocupou conosco.
Obrigado. – Dizia estas palavras
encostando a face na de Ruth.
Ruth
retribuía, naquele momento era primordial a demonstração de carinho, se não fosse
pela situação as duas jamais estariam tão unidas. Meu Deus, o que estou fazendo? Porque essa afinidade e desejo de
confortá-la, Senhor? Questionava-se Ruth.
As faixas amarelas de advertência à
população colocadas pela polícia ao redor da residência não foram capazes de
conter a população curiosa, aflita e em breve furiosa. Violet olhou para o
outro lado da rua e viu Andrew sentado a observando. Aquele era o sinal para
agir.
¾ Ruth
não me deixa pelo amor de Deus! Só Ele sabe o quanto te amo, e tenho escondido
isso todo esse tempo, mas agora mais do que nunca preciso de ti. – Vi se
aproxima de Ruth e a beija. Ruth corresponde.
¾ Vi,
eu jamais vou deixar você sozinha. Eu tô bastante confusa, mas se é isso que
queres, eu vou te ajudar.
Assim
que termina a cena, Violet a empurra contra o carro da polícia que estava logo
atrás. Ruth bate com a cabeça e desmaia. Sendy que estava entre a multidão ao
ver a mãe, corre para ajudar. Mãe! Mamãe!
Esperneava a pequena. Ao se aproximar de Violet ela para, como se não conseguisse
mais dá nem um só passo, Violet se aproxima e a bate no rosto. Aquilo bastou
para a multidão, furiosa, avançar sobre Violet, e a lincharem. Os seis
policiais quase nada puderam evitar. Mas tentaram conter a multidão. Cassetetes.
Sprays. Tudo era bem-vindo para parar aquele povo indignado. Os policiais
conseguiram atravessar em meio à multidão e puderam notar, que a seção de
porradas havia cedido, claro, Violet já estava desmaiada, ou então morta. Meu Deus, que essa moça linda e charmosa não
esteja morta. Pensava Carl. Que em nenhum instante parava de pensar em
Violet desde a primeira vez que a viu. Ele a agarrou pelos braços, e os flashes
das câmeras quase o cegaram. Saiam daqui seus merdas! Abutres! Deixe-me fazer
meu trabalho. Gritava. Carl se aproxima da viatura, onde, também, encontrava-se
Joe, e a coloca no banco de trás, deitada. E ordena.
¾ Levem
o garoto e essa mulher ao Hospital Vida Segura. O garoto para o Dr. Heitor
Conteras e essa moça para a emergência. Os dois precisam de cuidados especiais!
Depressa!
¾ Sim,
senhor! E o outro garoto?
¾ O
levarei comigo para a delegacia, ele parece estar em estado de choque.
¾ Ok.
Eduardo
segue para o hospital com ambos. Joe no banco do carona, chorava timidamente.
¾ Não
se preocupa garotinho, o Dr é uma pessoa ótima, tu vais gostar dele. – Joe não
respondia, apenas chorava.
Continua...
By: Samuel S. Lobo



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