HEART ATTACK Parte II O plano - Anticristo SEASON FINALE


season finale
parte ii o plano - Anticristo
Dia da cirurgia de Violet. Daniel estava convencido a deixar algo errado acontecer. Ele não deixaria essa assassina viva. Os procedimentos começam. Cortam o crâneo de Violet. Sangue jorrava, a serra ficava escura com tanto sangue preto, podre. Violet continuava sedada, com o rosto sereno.
         O coágulo fora encontrado. Junto a ele havia um tumor. Daniel brutalmente retira. O aparelho que denunciaria se algo de errado acontecesse dispara. Daniel se apressa. Limpa o buraco visível na cabeça de Violet. Os enfermeiros não notavam a tensão no rosto de Daniel. Ela está morrendo! Disse uma das enfermeiras. Daniel terminava o fechamento. Violet continuava sedada. As linhas montanhosas que informavam a vida de Violet tornaram-se horizontais. E aquele som contínuo perpetuou sobre a sala. Daniel fechava os olhos contemplando o som maravilho da morte. Ruth foi vingada, e isso foi por você Sendy. Os enfermeiros lamentavam o ocorrido, não poderiam ter feito nada. Daniel olha no relógio. Hora do óbito... Um bipe atrapalha a conclusão. Daniel ignora. As 16:05.

Bipe. Bipe. Bipe. Bipe.

 Os “bipes” se tornaram consecutivos. De onde vinham? Do aparelho que denunciava a vida de Vi. Violet continuava sedada, com o rosto sereno. Daniel se enfurece, mas não deixa notarem. Escapou, não é vadia? Mas, foi melhor assim. Nos divertiremos muito contigo! Pagarás pelo que fez!

...

Joe consegue uma forma de ir até o Hospital sem que Heitor percebesse.          Já no Hospital, Joe segue para o último andar, estava indo encontrar-se com Andrew. Ele chega ao andar e corre para o quarto do irmão. Ele abre a porta, e para sua surpresa Andrew não estava na cama.  Como isso seria possível, um dia atrás ele estava em estado de coma, decrépito nessa cama? Os olhos de Joe se erguem e dão lugar aos olhos castanhos de Charles. Heattack? Apareça!
         Joe não sabe, mas naquela escuridão de quarto, Andrew o observa de cima do armário, de cócoras. A mão de Joe encontra o interruptor. As luzes se acendem. E Andrew encontra-se de pé, na frente de Joe. Observando-o. A cabeça de Andrew cai para a esquerda. Você ficou diferente Charles. Charles(Joe) tinha que olhar para baixo para contemplar a figura mirim de uma criatura nefasta.
¾  As ordens foram claras. Ele está apaixonado pelo Joe.
¾  Sim, percebi. – Andrew não abria a boca. A conversa se dava através da mente. Até porque o corpo de Andrew já não parecia humano.
¾  Cumpri minha parte do acordo, agora por favor, dai-me paz. – Charles se ajoelha.
¾  Mas, você é meu filho. Cuidei de ti, por todos esses anos.
¾  Estou a seu lado, por um motivo: Me obrigastes, matando a minha família e me punindo nessa jornada maligna! Eu não pedi!
¾  Não. Não pediu, mas foi tudo culpa daquela família. Os Starks. Wendy deixou aquele bebê imundo no lugar do dela. E Roger fugiu com os outros. A vida deles me pertencia!
¾  Então, a sua vingança é contra eles. Não contra mim, e nem as outras pessoas que tu mataste.
¾  Sim, contra eles, e contra TODOS que ajudarem, ou estiverem ligados a eles. E outra nem ligo mais para eles. O ciclo termina hoje. Já encontramos Roger não é mesmo?
¾  Sim. Então, podes me libertar para que eu siga?
¾  Se é o que desejas. Assim será feito.
...

O telefone toca. Heitor atende. Ele se assusta com a notícia e arregala os olhos e deixa o telefone cair de suas mãos. Heitor corre para o quarto se veste e sai correndo para o Hospital. O elevador está demorando. Ele decide ir pelas escadas. Ele desce as escadas afoito. Passa por uma senhora no corredor, ela o olha assustada. Que homem louco! Correndo pelo condomínio. A porta automática se abre, dando vista para fora do prédio, Heitor corre em direção ao carro que está estacionado do outro lado da rua. Ele teria conseguido entrar no carro. Se um carro em alta velocidade não tivesse o atingido. Fazendo com que seu corpo voe a metros de distância e encontra-se com uma árvore. Sangue. Um olho. E um braço. Voavam por cima da cabeça das pessoas. Uma mãe passeava com uma criança que estava tomando sorvete. No lugar do sorvete, agora, havia um pedaço do que parecia ser uma orelha. A criança grita. Realmente deveria ser muito ruim estar encharcado de sangue...
O carro não parou. Continuou em alta velocidade. Lá dentro, Daniel, contemplava o feito. Sendy essa é pra você! Ele sabia que não iria longe, logo descobririam. Ainda mais com um para brisa lambuzado de sangue. Ele vira na próxima rua. E segue em disparada. Ele abre a porta do carro e se joga. O carro se choca com a entrada do Hospital Vida Segura. Daniel cai rolando. Se ralando no asfalto. Ele tenta se levantar, mas um caminhão passar por cima dele. Fazendo com que sua cabeça pareça uma bola de futebol, arremessada a metros. A cabeça cai. E nos pés de Bárbora, que estava perplexa com o acidente. Ela olhou para a cabeça e concluiu. Doutor Daniel? Ela grita em desespero.

...
Sendy e Daniel haviam bolado um plano para tirar Violet do Hospital. Daniel fingiu estar  apaixonado por ela. E Violet caiu nos encantos do médico. Logo após a cirurgia de Violet, Daniel pediu para que ela viesse para a casa dele. Lá poderiam viver felizes. Daniel até prometeu que jamais voltaria a trabalhar. Estava farto de tudo. Ele tinha economias, poderia viver bem, pelo menos uns quinze anos. Violet concordou e os dois foram morar juntos. Para a desgraça de Violet.
         Violet não poderia imaginar, que na casa de Daniel, tudo estava preparado para recebe-la. Logo no primeiro instante que viu  a casa notou a bizarrice. Janelas trancadas e forradas. Tampadas com cortinas pretas. Na sala não havia móveis. Apenas uma mesa. Na parede havia diversos utensílios. Desde uma simples faca de cozinha à uma motosserra. Puta que pariu! Estou metida com um louco! Antes que Violet pudesse voltar atrás, já se encontrava presa ali dentro. Ela grita por ajuda, mas ninguém pode ouvi-la. Ela tenta agredir Daniel, mas ele a segura. Como pode fazer isso comigo? Pensei que me amasse, era tudo mentira não é, seu maníaco? Daniel não diz nada. Violet? Uma voz feminina ecoa. Violet se espanta com a voz chamando seu nome. Ela olha para trás e vê uma menina jovem, de cabelos compridos, ruivos, de um vermelho reluzente, a observando fixamente sem expressão. Aparentava ter uns vinte anos ou mais. E quem é você?
Violet não faz a mínima idéia de quem seja. A garota responde. Sendy. Única filha de Ruth, lembra? ­– Violet arregala os olhos e fica perplexa. Paralisada. Não vai dizer nada, assassina?

...

Andrew abriu a porta do quarto e saiu. Seguiu para o corredor, e fitou a porta grande de metal. Ele ergueu a mão e segurou a alavanca que destravava a porta. A porta se abriu. Um vento gélido correu. Andrew sentia o vento frio. O céu estava estrelado naquela noite.
         Os pés de Andrew tocavam o chão frio do terraço. Ele não tremia de frio. A temperatura de doze graus não o afetava. E seguia andando. Seus passos eram curtos. Ele cambaleava, mas seguia rumo ao desfiladeiro. Mais um passo, e ele cairia. Ele para. Os braços se estendem. Os olhos se fecham. Finalmente paz.
...
Na manhã seguinte. Bárbora está indo para o Hospital, como de costume, passa pela rua por trás do prédio, era um atalho. A rua é estreita. Deserta. Devido a plenitude do Hospital a rua ficava obscura. Bárbora segue caminhando. Ela enxerga algo no chão à sua frente. Ela esfrega os olhos. E corre para saber o que era. Ao chegar perto se dá conta do que se trata. Sua mão esquerda vai até a boca. Ela grita. O corpo de Andrew estava esparramado no chão. Em seu rosto deformado faltava um olho. Sua perna esquerda estava faltando. Talvez tenha ficado lá em cima, no para-peito da escada, na qual o corpo de Andrew despencando bateu, antes de se espatifar.
         Bárbora se recompõe. Pega o celular e procura um contato. Ela encontra. Dr. Heitor Conteras. Ela liga. Heitor atende.
Doutor, Andrew está morto! Não sei o que houve. Ele está aqui do lado do prédio. Acho que ele se jogou.
Doutor? Doutor? – O telefone fica mudo.
         Ela segue para o Hospital. Pela parte da frente. Sobe as escadas e ao pisar no último degrau. Um barulho ensurdecedor corta o ar. Um impulso empurra Barbora, mas não a deixa cair. Ela se estabiliza e fica perplexa com a cena de destruição. Um carro se chocou na parede do Hospital. Ela digere o susto, quando um caminhão atropela alguém na pista. Barbora se espanta com o freio do caminhão. O acidente foi tão rápido que Barbora nem notou a cabeça de Daniel cair aos seus pés.

         Enquanto Bárbora esperneia. Joe sai do Hospital contemplando o desespero das pessoas lá fora. Bárbora o encara, e se encanta com o jovem de olhos azuis em sua frente. Ele caminha em sua direção e ajuda a levantar. Ele se aproxima do ouvi de Bárbora e sussurra: Que meu reinado comece. Bárbora começa a rir. Ela levanta e abraça Joe. O que Joe não sabia é que o plano impecável de Heattack, de certa forma, havia falhado.

E aqui termina mais uma de nossas histórias.
Ps: Heart Attack pode ter um spin-off. Aguardem!
NOVIDADES ESTÃO CHEGANDO!


By: Samuel S. Lobo

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