HEART ATTACK Episodio VI- Memórias de Charles, parte I



6º Episódio- Memórias de Charles, parte I

            Chegaram ao endereço dado pelo investigador, por muita sorte aquele quem procuravam ainda morava ali. Atendeu-os, mas quanto ao pedido de Jhon, para que ele contasse sobre a família que morreu em sua recente casa, resistiu, mas Jhon avisou-lhe que era advogado e faria o possível para saber sobre o caso, então o velho homem resolveu contar. Nada demais ficou sabendo, o investigador apenas confirmou o que Serena e Bob haviam lhe dito antes. Saíram de lá um tanto decepcionados, Serena foi para sua casa.
            Jhon sentiu ao entrar em casa a mesma tonteira, a qual sentiu há semanas atrás, quando percebeu, ele estava novamente na sua casa no passado, a qual ainda pertencia a Charles, mas não estava como Charles desta vez, estava em seu corpo, mas não podia tocar em nada, apenas presenciava o que acontecia, também via que a casa era um pouco mais velha, estava um tanto mais no passado...
            [...] Enquanto caminhava um casal de velhos, mendigos, escutaram um choro de um bebê, sem saber o que havia acontecido, direcionaram-se até a casa dos desaparecidos Starks, e comprovaram tratava-se de uma criança e que estava ali à noite toda com fome e frio, afinal o bebê estava aos berros!
             O casal percebeu, ao entrar na casa, o clima pesado, a senhora olhou para dentro do cesto e sem explicar sentiu uma forte atração pela criança, ao tocar na criança, esta que se acalmou em seus braços parecia que nunca havia chorado, viu uma sombra negra se formar na sua frente, enorme! Fechando e abrindo os olhos sem acreditar no que estava vendo, com uma das mãos esfregou os olhos, e com olhar fixo naquela coisa estava encantada. Hetack lhe propôs, até então, só ela estava vendo e ouvindo aquilo, que morassem e cuidasse da criança, por que tinha planos para ela, mas precisaria de ajuda externa, já que não era deste mundo, e não poderia cuidar, explicou que pessoas muito más a deixaram ali e por isso tinham que pagar, disse-lhe que deveriam ficar não faltaria nada e quando a hora chegasse os visitaria novamente, desperecendo assim a entidade... Perplexa e em êxtase tentou contar ao velho que estava assustado por vê-la naquele estado, explicou-lhe tudo, aceitou, eram mendigos moravam na rua o que perderiam? A velha bondosa no outro dia resolveu dar um nome ao bebê pensou em Henry, desistiu achava muito chique, até que decidiu colocar o nome de seu pai e o seu sobrenome, assim ficou Charles Brown e resolveu registrar, nascendo então em 1889.
            Charles ao longo de sua infância presenciou a morte de seu pai adotivo já era de idade morreu de Insuficiência Respiratória, a mãe morreu quando Charles era um Jovem, de parada cardiovascular. Sozinho teve de seguir a vida mudou-se para um apartamento perto de sua Universidade de Direito, na mesma universidade conheceu Samantha que na época estudava psicologia, depois de ambos formados casaram-se e foram morar na antiga casa dos pais adotivos de Charles, reformaram-na, pintaram cada quarto de uma cor, pretendiam ter um casal de filhos, decorrente a isto um quarto rosa e outro azul  e deste jeito fizeram um típico lar familiar, que estava para crescer Samantha estava grávida de sua primeira filha, Emilly, dois anos depois engravidou de seu segundo filho Eduardo. Estes já com oito e seis anos de idade respectivamente eram super-travessos viviam aprontando, uma que Edu enfiava o dedo no nariz de Emilly e vice versa. Eram crianças encantadoras...

Comentários

Postagens mais visitadas